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Os materiais mais utilizados nas redes de gás

Os materiais mais utilizados nas redes de gás



Os materiais utilizados, nas redes de gas, devem seguir as seguintes regras:
Cobre - Habita?6es, comercio, com instala?6es a vista e uma pressao de servigo inferior a 1 bar (as
Iigag5es sao todas soldadas).
Os tubos de cobre a utilizar nas redes de gas, devem obedecer a norma EN 1057.
As interligagoes das tubagens de cobre com latao ou bronze devem ser feitas por meio de
brasagem forte (Att° 48° da Portaria 361/98 de 26 de Junho)


A50 Inox - Habitagoes, comercio, com instalagoes a vista e uma pressao de servigo inferior a 1 bar,
desde que todas as ligagoes sejam soldadas. (Nao e muito usual)
A90 galvanizado — canalizagSes industriais e canalizagSes embutidas em rogos.


Os tubos em ago devem obedecer aos requisitos da NP EN 10208-1 ou outra tecnicamente
equivalente (Art° 7° da Portaria 361/98 de 26 de Junho)
Os tubos de ago, devem ser interligados entre si por qualquer dos seguintes metodos (Art° 48
da Portaria 361/98, de 26 de junho, aiterada peia Portaria 690/2001, de 10 de Julho)
- Soldaduras eiectricas, topo-atopo;
- Flanges ou unices da classe PN 10 soldadas eiectricamente;
- Unides roscadas, nos tubos de <t> > 50 mm
So devem usar-se ligagoes por juntas mecanicas (art° 48 da Portaria 361/98 de 26 de Junho)
- Na instalagao de valvulas e acessorios
- Na ligagao de aparelhos
- Quando a brasagem forte ou solda brasagem nao possam ser corretamente executadas no
local
Nao e permitida a utilizagao de juntas metalicas em tubagens enterradas;
Quando se utilizarem juntas metalicas em tubagens embebidas na parede, essas juntas tem
obrigatoriamente de ficar situadas em caixas de visita (Art° 48° da Portaria 361/98 de 26 de
Junho) As portas de visita dessas caixas sao seladas pela consessionaria.
Polietileno — Sempre que exista a necessidade de esconder as canalizagSes no solo.
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A utilizaçao do ago no nosso quotidiano

A utilizaçao do ago no nosso quotidiano



0 ago esta nas atividades humanas, sonhos de consumo, esperanga de cura, intimidade dos lares,
Ideals de um future melhor. Esta presente no nosso dia-a-dia mesmo antes de nascermos. Em tudo o
que fazemos, a toda hora e em qualquer lugar, e material essenclal a vida. Resistente, duravel, e 100%
reciclavel, esta presente nas mais diversas ocasioes e, por isso, muitas vezes torna-se invisivel.

A Vila do Ago apresenta as aplicagoes do uso do ago no dia a dia, na Industrla, nos transportes, na
infraestrutura, no campo, oferecendo novas alternativas para a construg§o civil. Demonstra diversas
formas de uso de coprodutos do processo siderurgico na industrla da construgao civil, pavimentagao,
ceramica, agricultura e fabricagao de cimento. O uso de coprodutos transforma um potencial passive
em ativo ambiental. Reduz 0 consumo de recursos naturals nao renovavels.


Ago no dia a dia
0 ago esta nos eletrodom6sticos, ferramentas, brinquedos, instrumentos musicals e materlais
esportivos. E essenclal na produgao de utilidades domestlcas e bens de consumo em Geral.


Aqo na cidade

Nos sistemas convencionais ou industrializados, 0 ago e largamente usado na construgao civil. Esta
presente como parte das edificaQoes ou como material principal, garantindo sua seguranpa.
Beneficiado, 0 a?o permite construir com rapidez, economia e produtividade.



Ago na industria
O ago comega a ser utilizado ainda no inlcio das cadeias produtivas, quando da forma a maquinas que
servirao para fazer produtos necessarios ao bem-estar da populagao. Alimentos, eletrodomesticos,
materials de higiene e limpeza, automoveis, todos os produtos industrializados dependem de maquinas
e bens de capital para existir e 0 ago e a sua materia prima basica.


Ago nos transposes
0 ago tambem esta presente nos carros, caminhoes, onibus, trens, metros, navios, bicicletas e
motocicletas. Transporta a populagao, interliga cidades e conduz as cargas, distribuindo riquezas e
espalhando progresso.


Ago nas infraestrutura

O ago transmite energia, extrai petroleo e impulsiona 0 desenvolvimento industrial. Fortalece a
independencia economica e melhora a qualidade de vida. Esta nas estruturas das pontes, dos viadutos,
dos portos, das barragens e dos aeroportos.


Ago no campo

A eficiencia do setor agricola esta diretamente ligada ao uso do ago. A terra e cercada, preparada com
arados e semeada usando equipamentos que levam 0 ago. Na hora da colheita, com as ceifadeiras e
colheitadeiras, assim como na armazenagem em silos e graneleiros, 0 ago tambem esta presente,
permitindo que os alimentos cheguem ao mercado.
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Propriedades

Propriedades


As propriedades do ago podem variar de acordo com sua composigao quimica e teor de carbono,
garantido uma grande diversidade de aplicagoes praticas.
O ago apresenta um comportamento ductil com regimes de deformagao elastica e plastica.

Ate certo nivel de tensao aplicada, o material trabaiha no regime elastico-linear, onde a constante de
proporcionalidade e denominada modulo de deformagao longitudinal ou modulo de elasticidade.
Ultrapassado o limite de proporcionalidade, tem lugar a fase plastica, na qual ocorrem deformagoes
crescentes sem varia?ao de tensao (patamar de escoamento). O valor constante dessa tensao e a mais
importante caracteristica dos agos estruturais e e denominada resistencia ao escoamento. O valor
maximo da tensao antes da ruptura (ponto mais alto do diagrama tensao-deformagSo) e denominado
resistencia a ruptura do material.
Os diversos tipos de ago sao classificados e denominados por normas nacionais e internacionais
(ASTM) de acordo com sua aplicagao e propriedades mecanicas (principalmente a resistencia ao
escoamento e resistencia a rutura, no caso de agos estruturais).

A propriedades medias de um ago com 0,2% de carbono em peso giram em torno de:

•   Massa volumetrica'-. 7860 kg/m® (ou 7,86 g/cm?)
•   Coeficiente de expansao termica: 11,7 10"®
•   Condutividade t?rmica:52,9 W/m-K
•   Calor especifico: 486 J/I<g-K
•   Resistividade eldtrica: 1,6 10'?Clm
•   Modulo de elasticidade (Modulo de Young) Longitudinal: 210GPa
•   Modulo de elasticidade (Modulo de Young) transversal:80 GPa
•   Coeficiente de Poisson: 0,3
•   L/m/fe de escoamento: 210 MPa
•   Limite de resistencia a tragao: 380 MPa
•   Alongamento: 25%

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Industria siderurgica

Industria siderurgica


Hoje e comum falar sobre "0 ferro e 0 ago", como se fossem uma coisa so, mas historicamente eles
sao produtos diferentes. A industria siderurgica e frequentemente considerada como um indicador de
progresso economico, devido ao papel crucial desempenhado pelo ago na infra-estrutura e no
desenvolvimento economico global.

O boom economico na China e na India causou um grande aumento na demanda por ago nos ultimos
anos. Entre 2000 e 2005, a demanda mundial por ago aumentou 6%. Desde 2000, varios empresas de
ago, indianas'' e chinesas, ganharam notoriedade como a Tata Steel (que comprou a Corus em 2007),
a Shanghai Baosteel Group Corporation e a Shagang Group. ArcelorMittal e, no entanto, a maior
produtora de ago do mundo.
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Nota histórica

Nota histórica


A fabrica?ao de ferro teve inicio na Anatolia, cerca de 2000 a.C. tendo sido a Idade do Ferro plenamente
estabelecida por volta de 1000 a.C.. Neste perfodo a tecnologia da fabrica?ao do ferro espalhou-se
pelo mundo. Em, aproximadamente, 500 a.C., chegou as fronteiras orientals da Europa e por volta
de 400a.C. chegou a China. Os min?rios de ferro eram encontrados em abundancia na natureza, assim
como 0 carvao. Atualmente a maior quantidade de materia prima para produ?ao de a?o e a sucata
proveniente dos residues de fabricagao industrial.

A forma de produgao era em pequenos fornos na forma de torroes ou peda?os solidos,
denominados tarugos. Estes, em seguida, eram forjados a quente na forma de barras de ferro
trabalhando, possuindo maleabilidade, contendo, entretanto peda?os de escoria e carvao. O teor de
carbono dos primeiros a?os fabricados variava de 0,07% ate 0,8% sendo este ultimo considerado um
a?o de verdade, Os eglpcios por volta de 900 a.C. ja dominavam processos relatives a tratamentos
termicos nos apos para fabrica?ao de espadas e facas. Como quando 0 teor de carbono supera 0,3%
o material torna-se muito duro e fragil caso seja temperado (resfriado bruscamente em agua) de
uma temperatura acima de 850 °C a 900 °C, eles utilizavam 0 tratamento denominado revenido que
consiste em diminuir a fragilidade minimizando-a por reaquecimento do a?o a uma temperatura entre
350 °C e 500 °C.
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