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Sistema Internacional de Unidades (SI)

Sistema Internacional de Unidades (SI)
Sistema Internacional de Unidades (S.I.)

                                                                   Unidades SI De Base
   Grandezas
                                                               Unidades
Nomes
Símbolos
Comprimento
metro
m
Massa
quilograma
Kg
Tempo
segundo
s
Corrente Elétrica
ampere
A
Temperatura Termodinâmica
Kelvin
K
Intensidade Luminosa
candela
cd
Quantidade de Substância
mole
mol


Unidades expressas a partir das unidades de base:

Grandeza Derivada
Unidade derivada do SI


Nome
Símbolo
Superficie
metro quadrado
M2
Volume
metro cúbico
M3
Velocidade
Metro por segundo
m/s
Aceleração
Metro por segundo quadrado
m/s2
Número de Onda
Metro à potência menos 1
m-1
Massa Volúmica
Quilograma por metro cúbico
Kg/m3
Volume  Mássico
Metro cúbico por quilograma
M3/kg
Densidade de Corrente
Ampere por metro quadrado
A/ m2
Campo Magnético
Ampere por metro
A/ m
Concentração (de quantidade de matéria)
Mole por metro cúbico
Mol/m3
Luminância Luminosa
Candela por metro quadrado
Cd/m2
Índice de Refração
(o número) um
(a)    1
Permeabilidade Relativa
(o número) um
(a)    1



Exemplos de Unidades derivadas do SI cujo nome e símbolo contêm unidades derivadas do SI com nomes e símbolos especiais:





Conversão de Unidades 


Pressão

Unidade
                    X
Para obter

atm
1,0332
Kg/ cm2
14,70
psi
407,14
“H20
g/ cm2
0,0142
psi
“Hgl
0,4912

“H20
0,0361
psi
0,0735
“Hg
0,5781
Kg/ cm2
14,22
psi


psi
0,06804
atm
0,07031
Kg/ cm2
6,8948
kPa
2,036
“Hg
0,06897
bar
27,67
“H20


Comprimento

Unidade
                  X
Para obter
cm
0,3937
“
pés
0,3048
m
30,48
cm
“
2,540
km
0,6214
milha
m
1,094
jarda
3,281
Pés
jarda
0,9144
m


Energia

unidade
                    X
Para obter
BTU
252,0
caloria
caloria
3,968

BTU
kWh
3 412,0
termia
100 000,0


Kw/ h em m3/ h

Kw/h x 860    =     m3 / h
     9,054


               efetuar
                       Para obter
Kg propano x H propano kcal/kg
               Hgnkcal/ m3
                             M3 / h GN
Kg butano x H butano kcal/ kg
               Hgnkcal/ m3

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Monóxido de Carbono

Monóxido de Carbono
Um gás tóxico sem cor nem cheiro que resulta de uma combustão incompleta seja qual for o combustível. Pode surgir com a utilização de equipamentos mal instalados, mal regulados ou em mau estado, mas também com a utilização de braseiras, lareiras ou salamandras a lenha, em locais mal ventilados ou com exaustão deficiente. Não facilite. Evite o perigo de intoxicação.


1. O QUE É O MONÓXIDO DE CARBONO?

O monóxido de carbono -CO -é um gás tóxico, invisível, sem cheiro ou sabor e que resulta de uma deficiente combustão, qualquer que seja o combustível utilizado: lenha, carvão, gás (butano, propano ou natural), entre outros.
A sua presença no ar não é preocupante desde que em níveis baixos.
É de difícil deteção e, a partir de níveis de concentração mais elevados, os seus efeitos nocivos podem manifestar-se rapidamente, levando ao aparecimento de tonturas, náuseas, convulsões, perdas de consciência e, em situações mais graves, à morte.


2. QUAIS AS ORIGENS DO PERIGO?

Alguns fatores estão na origem de uma acumulação excessiva de monóxido de carbono, nomeadamente:
Interferência do funcionamento do exaustor da cozinha na correta libertação para o exterior dos gases/fumos do esquentador, caldeira, lareira,...
Aparelhos de aquecimento ou produção de águas quentes incorretamente montadas ou em deficiente estado de conservação;
Insuficiente renovação de ar na habitação e ausência de ventilação adequada no local onde se encontram instalados os aparelhos;
Condutas de exaustão ou chaminés obstruídas ou mal dimensionadas não permitirão a correta exaustão dos gases/fumos.
O monóxido de carbono pode acumular-se em espaços fechados e por isso é recomendável especial vigilância em alturas de frio intenso, quando os aparelhos são mais solicitados e a ventilação do local tende a ser menor.

3. NÃO UTILIZE PARA AQUECIMENTO:

Braseiras, em locais não ventilados.

4. PODEM SER INDÍCIOS DA PRESENÇA DE MONÓXIDO DE CARBONO NO AMBIENTE:

-Coloração permanente amarela ou laranja na chama, em vez de azul;
-Aparecimento de manchas nas condutas de evacuação ou junto a estas, ou descoloramento de aparelhos;
-Alterações de comportamento ou mesmo morte de pequenos animais de estimação.


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Instalações de gás

Instalações de gás
MANUTENÇÃO DAS INSTALAÇÕES DE GÁS

Todas as alterações ou modificações na instalação existente devem ser sempre efetuadas por uma empresa credenciada pela DGEG.
A nova instalação deverá ser objeto de inspeção por parte de uma entidade inspetora da DGEG;
Qualquer válvula que não se encontre ligada a um equipamento a gás deve permanecer fechada e tamponada;
Quando efetuar obras no pavimento ou nas paredes da sua casa lembre-se que aí pode passar um tubo de gás. Procure identificar a localização das canalizações de gás na sua residência.


Inspeção Inicial

Inspeção realizada às instalações de gás no final da sua construção e antes de serem abastecidas com gás natural.

Inspeção extraordinária

Inspeção realizada sempre que ocorre uma das seguintes situações:
-Alterações no traçado, na secção ou na natureza da tubagem, nas partes comuns ou no interior dos fogos;
-Fuga de gás combustível;
-Novo contrato de fornecimento de gás combustível (exceptomudança de comercializador);
-Instalações que tenham sido convertidas para a utilização do gás natural;

Inspeções periódicas

Em função do tipo de utilização, as instalações de gás em serviço têm de ser inspecionadas de acordo com a seguinte periodicidade:2

Com o objetivo de garantir um serviço completo a Galp Energia estabeleceu protocolos de parceria com entidades inspetoras, para a realização de serviços de inspeção a instalações de gás (obrigatórios pelo DL 362/2000, 20 de junho, Art. 3º).
O valor a pagar por este serviço é de 50€para clientes domésticos (Iva incluído) e deverá ser pago diretamente à entidade inspetora no momento da realização do serviço.
Contudo, caso o entenda, poderá sempre recorrer diretamente ao mercado e consultar no site da DGEG (www.dgeg.pt/) a lista de entidades inspetoras qualificadas para efetuar esse serviço.







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Aparelhos de gás

Aparelhos de gás



AQUISIÇÃO DE APARELHOS A GÁS

Deve adquirir apenas aparelhos devidamente aprovados e com a respetiva estampilha de certificação em função do tipo de gás que irá utilizar.


INSTALAÇÃO DE APARELHOS A GÁS

Certifique-se que a instalação é realizada por uma empresa credenciada. Recorra sempre às empresas instaladoras/montadoras e às entidades inspetoras credenciadas pela DGEG, Direção Geral de Energia e Geologia. Consulte a respetiva lista em www.dgge.pt; Não permita que os aparelhos sejam instalados nos quartos ou nas casas de banho. Estas situações estão interditas na lei em vigor.


MATERIAIS A UTILIZAR NAS LIGAÇÕES AOS APARELHOS A GÁS



Tubos metálicos extensíveis ou rígidos próprios para gás -a utilizar nas placas e fornos de encastrar bem como em esquentadores e caldeiras;
Tubos de borracha -a utilizar em fogões e aparelhos a gás amovíveis.
De acordo com o quadro legal em vigor, o tubo de borracha deve ser aprovado para o tipo de gás a utilizar e apresentar a respetiva marcação de acordo com a legislação em vigor.
O tubo de borracha deve ser substituído sempre que seja ultrapassada a validade (que se encontra inscrita no próprio tubo) ou este se apresente degradado ou com fissuras.Para um comprimento superior a 1,5m, deverá utilizar-se uma ligação metálica extensível ou rígida, própria para gás.


UTILIZAÇÃO DOS APARELHOS A GÁS

LIMPEZA E MANUTENÇÃO DOS APARELHOS

Deve manter sempre limpos e afinados os queimadores, respeitando as recomendações do fabricante;


ACENDIMENTO DO APARELHO



Deve sempre acender primeiro o fósforo ou acionar o
acendedor e de seguida abrir o gás.
Caso o aparelho não fique ligado, feche a válvula do
queimador (botão do aparelho), e repita a operação.
Certifique-se que as torneiras de água quente estão
bem fechadas, sempre que acender o esquentador ou
a caldeira;


FUNCIONAMENTO DOS APARELHOS


Após a utilização, e sempre que se ausentar, verifique se os aparelhos se encontram desligados;


AUSÊNCIAS PROLONGADAS

Certifique-se que as válvulas (torneiras) da instalação e de segurança se encontram bem fechadas antes de se ausentar por períodos longos;


VENTILAÇÃO E EXAUSTÃO DOS PRODUTOS DA COMBUSTÃO

Assegure-se de que o local e a instalação do seu aparelho cumprem as normas de ventilação e exaustão dos produtos da combustão.
Se o seu edifício tem instalado um sistema de extração mecânica coletiva, assegure-se que este está sempre em funcionamento. Em caso de dúvida contacte uma empresa credenciada.
Recorra sempre às empresas instaladoras/montadoras e às entidades inspetoras credenciadas pela DGEG, Direção Geral de Energia e Geologia. Consulte a respetiva lista em www.dgge.pt.
Nunca tape as entradas de ar na cozinha, mesmo que sinta frio;


REVISÃO DOS APARELHOS

Periodicamente deve proceder à revisão dos aparelhos a gás, recorrendo a empresas credenciadas pela DGEGpara o efeito.
Se detetar alguma irregularidade (quando a chama deixar de ser estável e azulada e passar a apresentar-se instável, ruidosa ou fortemente amarelada) também deverá contactar uma empresa credenciada.


SOLICITE INSPEÇÕES COM A PERIODICIDADE DEFINIDA POR LEI
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